BLOG BE SMART

DIA DO NUTRICIONISTA

31/08/2016 - 12:42

Em homenagem ao dia 31 de Agosto, Dia do Nutricionista, criamos uma ação exclusiva junto ao nosso programa de parceria #SMARTNUTRI!

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JÁ CONHECE NOSSA LOJA VIRTUAL?

26/08/2016 - 05:06

Lançamos há pouco tempo nossa nova loja virtual com promoções e vantagens exclusivas e diferenciadas!

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Dentre outras diversas novidades! Confiram!!!

 

TREINO PLIOMÉTRICO

22/08/2016 - 01:37

Quer secar? Faça exercícios com salto. Sonha com um bumbum bem durinho? Exercícios com salto. Adora correr em trilhas? Exercícios com salto. É isso mesmo! O treino pliométrico ajuda você a alcançar sua meta fitness (seja estética ou de performance) e quebra a monotonia da semana. Então, já pro alto!

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Trinta minutos são suficientes para dar um gás no condicionamento físico, mandar embora as gordurinhas extras e melhorar o desempenho esportivo. O segredo está nos exercícios com salto (chamados de pliométricos), que trabalham os músculos de uma forma diferente e exigem muito do seu fôlego. "Para aguentar o peso do próprio corpo - que aumenta até três vezes -, você precisa recrutar toda a musculatura de glúteos e pernas imediatamente", diz o personal trainer Daniel Goffredo, do Rio de Janeiro.

Isso quer dizer que tanto quadríceps quanto posteriores serão acionados em um único movimento. Bônus para as atletas, que aprimoram a consciência corporal (leia-se: equilíbrio e agilidade para saltos, mudanças de direção e contatos com as adversárias). "Você precisa de uma resposta rápida do músculo para absorver a queda. Mesmo que não use carga, como halteres, essa ação já promove um bom ganho de força e potência", diz o ortopedista Fellipe Savioli, de São Paulo.

Por mais que o resultado não seja igual ao de uma sessão de crossfit (coxas bem musculosas), um treino com saltos incinera centenas de calorias em pouco tempo - tchau, pneuzinhos! - e deixa à mostra todo o seu tônus. "Como ele é muito intenso, você acaba usando gordura como fonte de energia por alguns dias", diz Daniel, que montou uma sequência, mostrada por Bruna Cardoso, do @brureallife. Realize a série até três vezes por semana, confira! 

 

Fonte: Revista BF

6 GRANDES MITOS SOBRE O GLÚTEN

16/08/2016 - 12:21

Como até os vilões da dieta estão cercados de enigmas, nós resolvemos desmitificar alguns pontos importantes sobre a proteína do trigo para evitar qualquer equívoco. Descubra!

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Se você nunca experimentou ficar por um tempo sem a substância, provavelmente, conhece alguém que já fez. A onda sem glúten é tão forte que conquistou celebridades como Gwyneth Paltrow e Miley Cyrus. Isso porque seguir uma dieta sem essa proteína complexa encontrada no trigo promete reduzir os quilinhos extras, acabar com as inflamações no organismo e garantir mais qualidade de vida.

Resultado: a maioria das pessoas acaba cortando glúten da dieta sem realmente sofrer com doença celíaca (doença autoimune em que o glúten dispara uma reação do organismo contra o próprio intestino), de acordo com um artigo publicado na revista Pediatrics. Para evitar essas e outras confusões, nós resolvemos esclarecer alguns mitos (mais comuns do que você imagina) sobre o assunto:
Mito #1: o glúten é tóxico
Fato: a substância não faz mal. Na verdade, não há nenhuma evidência de que uma dieta sem glúten oferece benefícios para as pessoas sem a doença celíaca. Existem outros alimentos mais nocivos no seu cardápio, o açúcar, por exemplo, que você pode tentar ficar um tempo sem. Por isso, nada de extremismos. “É importante ressaltar que não é exatamente a proteína do trigo que engorda, mas a maneira como você se alimenta”, explica Alan Levinovitz, professor assistente de religião da Universidade da Virgínia e autor do livro A mentira do Glúten - e outros mitos sobre o que você come.
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Mito #2: Não estamos adaptados a comer glúten
Fato: exceto para algumas pessoas, a substância não tem reações estranhas em nossos corpos. A ideia de que nossos ancestrais não comiam trigo, e por isso, nós não evoluímos o suficiente para digerir tal substância é um dos principais motivos que fazem com que as pessoas deixem de lado a proteína. Na verdade, nosso organismo não produz as enzimas necessárias para quebrar as proteínas complexas do glúten. Assim, cada vez que você come um pãozinho ou macarrão, seu sistema imunológico entra em ação. Mas, se não está no grupo das pessoas com doença celíaca, isso não significa nada. O seu sistema imunológico está apenas fazendo uma limpeza no organismo, como já faz há anos.

Mito #3: Se você não é celíaco, a sua sensibilidade ao glúten é psicológica
Fato: há outras razões para cortar o glúten do cardápio. Embora não haja um conjunto definitivo de sintomas ou teste para diagnosticar a sensibilidade ao glúten, algumas pessoas relatam que sentem dores de estômago e de cabeça, fadiga e depressão após consumir algum alimento com a substância. Estudos comprovam que a sensibilidade ao glúten é real e faz com que um tipo de reação imunológica, distinta da doença celíaca, aconteça.

Mito #4: se você se sente bem ao cortar o glúten, provavelmente, tem sensibilidade
Fato: pode ser outra coisa. Em um estudo de 2013, publicado na revista Gastroenterology, os pesquisadores descobriram que a maioria das pessoas reage às substâncias fermentáveis, encontrados em pães, cerveja, bolos e massas, do que ao glúten em si. A melhor forma de descobrir o que está causando os sintomas é consultar um médico realizar uma bateria de exames.

Mito #5: seguir uma dieta gluten-free é a chave para uma vida mais saudável
Fato: a dieta livre de glúten, como qualquer outra dieta, pode não ser tão boa para a sua saúde. A verdade é que cortar glúten não é sinônimo de qualidade de vida. Para Levinovitz, não é a ausência do glúten que proporciona a perda de peso e, sim, a retirada do excesso de alimentos ricos em carboidrato (pão de hambúrguer, biscoitos recheados, cerveja...) do cardápio. O melhor caminho é buscar o equilíbrio.

Mito #6: o que acontece no seu intestino permanece lá
Fato: se o seu corpo rejeita o glúten, os efeitos podem afetar outros órgãos do corpo. Estudos mostram que as pessoas com doença celíaca sofrem com problemas no cérebro, como confusão, dificuldade de concentração e encontrar palavras, problemas com atenção, lapsos de memória ou perda temporária de criatividade. Felizmente, uma dieta sem glúten faz com que você pense de forma mais clara, mas a restrição será inútil se você não é celíaco ou tem sensibilidade.

 

Fonte: Revista BF

Preguiça de malhar no frio?

25/07/2016 - 01:13

Você pode até pensar o contrário, mas colocar o corpinho em movimento nos dias mais gelados tem lá seus benefícios. Descubra aqui quais são eles!

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Quem nunca desistiu de um treino quando viu que o dia estava frio? Provavelmente todas nós! Apesar de ser teoricamente mais difícil colocar o corpo em movimento durante o inverno – por diversos fatores como preguiça, zero vontade de malhar, falta de ânimo – existem ótimos motivos para você se jogar na academia. Consultamos alguns personais trainers e listamos os principais:

1. Você queima mais calorias: Com frio, o organismo precisa produzir mais calor para manter a temperatura do corpo. Isso faz com que o metabolismo fique mais acelerado para nos aquecer, o que é ótimo para a queima de gordura. “Justamente por isso, as pessoas que vivem em países onde o inverno é mais rigoroso engordam menos. Essa ideia de que o corpo precisa de mais comida nesta época do ano é uma questão psicológica, sem explicação metabólica alguma”, explica Cau Saad, personal trainer de São Paulo e estrela do nosso reality “Cau na Real”.

2. A fadiga pós-treino é menor: Essa é uma vantagem importante. Como, por uma questão ambiental, conseguimos regular melhor a temperatura interna do corpo, o músculo realiza esforços mais intensos antes de ficar realmente cansado. “Isso é bom porque ajuda, inclusive, a queimar mais gordura ao longo do tempo”, diz Brunno Elias, membro da Sociedade Brasileira de Personal Trainers, de Campo Grande.

3. Mais disposição ao longo do treino: Você já deve ter percebido que no inverno a gente sua menos, certo? Esse é um dos motivos para o treino render mais. “Quando realizamos atividade física com regularidade durante essa estação do ano, temos mais pique e disposição porque o corpo suporta mais calor do exercício, uma vez que o ambiente externo fica mais confortável (academia ou parque), por estar mais gelado e fresquinho”, afirma Matheus Amaral, personal trainer de São Paulo.

4. Espanta qualquer deprê: Sim, durante o inverno as pessoas costumam ficar deprimidas – seja pelo tempo mais gelado ou pelo fato de passar mais tempo em casa. Consequentemente há uma queda na produção de serotonina, neurotransmissor que promove a sensação de bem-estar. Por isso, a gente se sente sem motivação. “Para suprir essa sensação de tristeza, a maioria das pessoas acaba descontando na comida. Isso justifica os quilinhos extras”, conta Cau. A boa notícia é que o efeito dominó pode ser evitado com uma atitude simples: atividade física, que estimula a liberação de endorfina, substância ligada à sensação de prazer.

5. Quem malha no inverno...exibe tanquinho no verão: Por mais que seja difícil, começar o projeto verão no inverno é mais fácil porque o organismo está mais acelerado. “Eu brinco que quem treina no inverno, tira a camisa no verão. Se você começa a treinar só no verão, não vai estar com o corpo que deseja a tempo. Por isso, os meses mais frios são ideais, apesar da preguiça que bate. Além disso, a temperatura mais amena também é uma ajuda extra na hora de malhar”, afirma Rafael Lund personal trainer e colunista de fitness.

 

Fonte: Revista BF

DE OLHO NO PRATO

15/07/2016 - 11:09

Quem disse que a refeição matinal da criança precisa ser diferente? Dá, sim, para incluir opções mais levinhas e ricas em nutrientes no cardápio dos pequenos!

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Que tal deixar a primeira refeição do dia mais nutritiva? A Tatiana Barão, nutricionista da Mãe Terra, elaborou cardápios saudáveis para diferentes faixas etárias. Confira suas dicas para deixar a refeição de seus filhos mais balanceada e saborosa:

Para crianças a partir de 3 anos

Sugestão: 1 copo pequeno de suco do Hulk (maracujá, laranja, limão, couve, castanha-do-pará) + 1 tigela pequena de creme de frutas vermelhas com extrato de Soja (banana, morango, amora) + 2 col. (sopa) de granola Infantil de Cacau.
“O suco do Hulk é uma forma saborosa e lúdica de acrescentar vegetais e castanhas na alimentação da criança. Já o creme de fruta é uma ótima substituição para os iogurtes industrializados e, por conterem o extrato de soja, fornecem proteínas, ferro, cálcio e ômega-3. A granola estimula a mastigação e acrescentam boas doses de fibras, vitaminas e minerais ao café da manhã, fornecendo menos açúcar em comparação aos cereais matinais convencionais”, explica Tatiana.

Para crianças a partir de 5 anos

Sugestão: 1 copo de leite vegetal (aveia, castanha, quinua, soja ou coco) batido com banana, sementes de girassol e cacau em pó + 1 tigela média de frutas picadas (morango, mamão e manga) + ½ xíc. (chá) de granola infantil original.
“O cacau em pó fornece ferro, fibras e proteínas, além de garantir o sabor e aroma de chocolate – que as crianças amam. A semente de girassol é rica em minerais como magnésio, zinco e ferro, e pode ser acrescentada ao leite vegetal sem que a criança perceba”, conta Tatiana”.
Para crianças a partir de 8 anos

Sugestão 1: 1 copo de leite vegetal (aveia, castanha, quinua, soja ou coco) batido com morango e farinha de linhaça + 2 unidades de pão de mandioquinha + 1 tigela de mamão e uvas verdes com 1 col. (sopa) de aveia em flocos.
Sugestão 2: 1 copo de leite vegetal (aveia, castanha, quinua, soja ou coco) batido com morango e farinha de linhaça + 1 fatia de pão integral multigrãos + 1 col. (sopa) rasa de geleia de frutas sem açúcar (100% fruta) ou pasta cremosa de tofu + 1 tigela de uvas verdes com 1 colher de sopa de aveia em flocos.
“O morango é fonte de antioxidantes e vitamina C, que fortalece o sistema imunológico da criança. A farinha de linhaça é fonte de ômega-3, fibras e minerais como magnésio, ferro e zinco”, afirma.

A nutricionista reforça ainda que todas as opções podem ser consumidas por crianças de diferentes idades. Contudo, as quantidades devem ser ajustadas. Vale lembrar que a granola pode ser incluída no cardápio dos pequenos a partir de 1,5 ou 2 anos, de acordo com o desenvolvimento da criança.

 

Fonte: Revista BF

PAIXÃO PELA YOGA

06/07/2016 - 06:16

A prática milenar da YOGA é a chave para driblar a ansiedade, relaxar e viver melhor. Na semana internacional da Ioga, nós separamos alguns (bons!) motivos para você adotar a modalidade:

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O método indiano está repleto de posturas que trabalham a flexibilidade e a força nos músculos de uma maneira sutil. Como exigem equilíbrio e controle do corpo, você ainda exercita concentração, a calma e a respiração e ganha consciência corporal. Boa pedida, né? Descubra outros motivos para você incluir mais namastê na sua vida:

1. Existem diferentes modalidades, então a monotonia é zero!

Sup Ioga: Já pensou em fazer ioga em águas tranquilas? Agora, é possível desfrutar do melhor dos dois mundos: a força e a graça da ioga e o poder relaxante do mar e das lagoas. Os benefícios são intensificados: o trabalho dos músculos é ainda mais intenso, inclusive os do abdômen, recrutados para o equilíbrio sobre a prancha, e o efeito anti-stress é incrível. A Sup Ioga atividade é perfeita para quem quer ter maior contato com a natureza, mas sem abrir mão de um trabalho corporal intenso, que emagrece, fortalece os músculos e desenvolve o equilíbrio e a coordenação. "Flutuar na água é espetacular. Quanto mais flat (tranquilo) o mar ou a lagoa, mais podemos aperfeiçoar as posturas, mesmo as mais desafiantes, como as invertidas", explica Bianca Guimarães, atleta de Stand Up Paddle e precursora do SUP Yoga no Brasil.

Acro yoga: A acro yoga tem três focos: realizar os ásanas individuais (posturas da ioga), trabalhar essas posturas em dupla ou em grupo para aprimorar a consciência corporal e usar a massagem tailandesa para os ajustes de postura, a amplitude dos movimentos e o relaxamento. Durante os exercícios, o corpo de quem está em cima tem que ficar firme, com músculos ativos, mas não tenso e contraído. "À medida que ampliamos a consciência corporal, precisamos de menos força para fazer as posturas. A ideia é economizar energia durante a prática", diz Yusuf. As posturas exigem muita concentração, mas, ao mesmo tempo, não pode ter medo de cair.

Superioga: A clássica ioga ganhou mais uma adaptação: a Superioga, método mais dinâmico e movimentado da atividade. “Essa técnica funciona da seguinte forma: tudo que na aula tradicional seria estático, agora, passa a ser movimentado. Então, você nunca fica parado em uma só posição”, revela Paulo Junqueira, instrutor de ioga e criador do método. A modalidade foi criada com o objetivo de atrair os alunos que costumam desanimar com o ritmo lento da ioga. A modalidade exige mais concentração que a versão regular, justamente porque as séries de movimentos acontecem em conjunto com a respiração. “Você precisa sincronizar o ritmo da respiração com os movimentos. Não tem como realizar a prática se você não estiver concentrado”, explica.

Hot ioga: Febre nos Estados Unidos, a hot ioga, modalidade praticada em uma sala com temperatura entre 40 e 44 °C, está começando a fazer muita gente suar também por aqui. O exercício é intenso e promete bem-estar na mesma medida. A aula trabalha a flexibilidade da coluna em 26 posturas clássicas da hatha ioga, com durações curtas e repetidas duas vezes cada uma, em uma sequência fixa de 90 minutos. "Isso favorece o sistema nervoso e tira a pressão das vértebras. Há ainda um uso significativo dos músculos das pernas, o que ajuda a fortalecer os joelhos", diz a instrutora Karina Ruiz, do YogaLab, estúdio especializado na técnica, em São Paulo. Saiba mais sobre o método.

2. Dá para fazer em casa com app ou vídeo online! 

Para praticar a modalidade você precisa de um tapetinho, disposição e bons aplicativos ou vídeos para te guiar. Boas opções não faltam na internet. É só fazer uma rápida pesquisa para descobrir inúmeras possibilidades. Veja um dos vídeos disponíveis abaixo:

3. Qualquer pessoa pode fazer! 

Fazer invertida, sossegar a mente e praticar ioga não é só para as celebridades como Gisele Bündchen, Madonna e Fernanda Lima. Os benefícios da aula estão ao alcance de todas, anônimas ou conhecidas, no mundo inteiro. Para provar que a ioga é democrática, a gente conta a história de quatro mulheres que se apaixonaram pela modalidade e conquistaram a internet: 4 mulheres provam que todo mundo pode fazer ioga.

 

Fonte: Revista BF

AS DELÍCIAS DA FESTA JUNINA

01/07/2016 - 04:53

Nem todas as gostosuras do seu arraiá estão liberadas na dieta. Por isso, fique de olho no amigos e nos inimigos da balança e faça a escolha certa.

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Pipoca, pastel, quentão... Essas comidinhas típicas da Festa Junina são gostosas, mas em excesso podem comprometer a dieta. Para não cair em ciladas, a nutricionista Paula Castilho, de São Paulo, revela os melhores (e piores!) alimentos do período junino:

Amigos da dieta

1. Cuscuz: Feito de milho, esta preparação não precisa ser adoçada. É gostoso por natureza e rico em vitaminas do complexo B. Se vier com ovo, raspa de coco e leite, fica rico em proteína e melhora a velocidade com que a glicose entra no corpo.

2. Batata-doce assada: Ideal para os diabéticos. Este alimento tem um baixo índice glicêmico, o que retarda a velocidade de entrada do açúcar no sangue. Gera uma saciedade prolongada e é o herói no dia da festa.

3. Milho cozido: Rico em fibras, esse alimento tem efeito moderador no apetite e o carboidrato presente no grão contém vitaminas que ajudam a acelerar o metabolismo. Além disso, se comparado com grande parte das comidinhas juninas ele tem baixo valor calórico.

4. Curau: Ótima fonte de proteína, é uma ótima opção para quem não consegue resistir aos doces. Mas, consuma com moderação.

5. Bolo de fubá: A receita leva ovo, leite e é rica em fibras. Além disso, o carboidrato da delícia, por ser misturado com esses ingredientes, tem seu índice glicêmico reduzido. “Cuidado com a adição de açúcar e com a quantidade ingerida. Minha sugestão é comer uma ou duas fatias”, sugere Paula.

Cuidado, menina!

1. Quentão: Além do alto valor calórico devido ao álcool, a bebida pode prejudicar a saúde. Se consumido em excesso, pode ocasionar problemas no fígado, como uma inflamação tóxica.

2. Cocada: Além de rica triglicerídeos (presentes no coco), o doce leva muito açúcar e, por isso, pode contribuir com o ganho de peso.

3. Pastel: Vilão conhecido, esse quitute tem excesso de gorduras saturadas e uma quantidade muito grande de carboidratos refinados. É uma bomba calórica para quem deseja perder peso e uma granada para quem tem problema com o excesso de açúcar no sangue.

4. Canjica: Se não levasse tanto açúcar, seja refinado ou mascavo, a preparação seria ideal, pois tem grande quantidade de proteínas e também ajuda a segurar o apetite. Mas, como é adoçada, entra na lista dos alimentos menos recomendados.

5. Arroz-doce: Além do arroz refinado, alimento que libera grandes quantidades de açúcar no sangue de uma só vez, essa sobremesa é preparada também com açúcar refinado. Por isso, fique longe da delícia ou experimente uma versão levinha.

 

Fonte: Revista BF

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